A borboleta que virou lagarta

Meu coração sobrevive a dois outonos e invernos seguidos…
Não me distraia com superficialidades, joguinhos de interesses ou manipulações.
Minhas cicatrizes e manchas colecionadas pelo tempo só se destinam aos mais atrevidos.
Raros são aqueles que são capazes de conviver com minhas imperfeições e mais raro ainda os que, sem máscaras, e de uma simplicidade comovente, mergulham na intensidade do meu Sentir e suportam a insistência do meu olhar.
A entrega não se destina aos que não estão dispostos a olhar com tristeza para o que se É, e apesar disso, desnudar a alma e mergulhar na redenção do Amor.

 


Por Gizele Cordeiro, a borboleta que virou lagarta.
#napresençadossentidos#poesia#sentiroquetefazsentido#

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3 comentários em “A borboleta que virou lagarta

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